https://rui77jazz-cpu.github.io/Ludus/
constança2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
terça-feira, 18 de novembro de 2025
Júlia José Juca Júlio João Beja Jaime Joana Japão Emília Camila Juliana Jamaica Jaqueline cão solo cola cabo mula colina aquele aquela coluna maluco maluca boneco boneca queque luta liso lisa calo lábio óculos colete canela cabelo valioso valiosa camelo camélia cotovelo lá já cá loja sujo jeito jeito tijolo tijolo alivio pétala jeitosa violino capitão omeleta joia joia fipa caju juba jaula beijo aleira javali queijo janota pijama jaqueta amêijoa
https://claude.ai/public/artifacts/d1b5a1bd-3ae6-473d-953c-4a487311e8df
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
terça-feira, 4 de novembro de 2025
teste estudo do meio
https://claude.ai/public/artifacts/f1916e6a-75c7-4e44-84b0-824aec3ecca7
sistema de cópia
https://claude.ai/public/artifacts/cc550d12-5c5a-450c-98ab-c14b20096450?fullscreen=true
asa, casa, saca, vaso, leite, capa, vaca, cana, cabo, boca, maca, cume, mesa, leque, pino, nico, única, colina, túnica, canela, caneta, caneta, cabelo, pacote, coluna, cabana, capitão, macaco, casaco, camisa, caneca, valioso, pipoca, poetisa, boneca, química, capítulo, cotovelo, camisola, televisão, casaquito, matemática, Isa, Lia, Lena, Cátia, Luísa, Nuno, Emília, Apolo, Simão, Camila, Camilo, Susana, Mónica, Micaela
- O avô Camilo vê televisão.
- A menina Cátia toca piano.
- O meu tio vive naquela casa.
- A avó cola uma etiqueta no vaso.
- A Luísa bebe leite da caneca.
- O Nuno usa um casaco valioso.
- A Emília põe a boneca na mesa.
- O Simão come pipoca no sofá.
- A Camila tem um cabelo bonito.
- A Susana lê um capítulo de matemática.
- A Mónica veste uma túnica e uma camisola.
- A Micaela é uma poetisa única.
https://claude.ai/public/artifacts/c491064e-d0df-4eb4-ba82-a5c6f23aafc5
teste 3º ano estudo meio
https://claude.ai/public/artifacts/b12c061f-ebe6-4e81-9c5d-e6bec08a7641
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
Um jantar de arrepiar
No Dia das Bruxas, a Bárbara e o Bruno puseram-se, com uma faca, a esvaziar as abóboras e a cortar nelas bocas enormes, olhos redondos. Deixaram a cozinha numa lástima e correram à procura de velas para acabarem o trabalho.
– Ai, meninos, pelo menos limpem o que sujaram – resmungou a avó Maria.
Lá dentro, a Bárbara enfiou o vestido negro de bruxa e o chapéu pontiagudo que fizera no fim de semana, enquanto o Bruno, que nada preparara, arrancou um lençol da cama para se mascarar de fantasma.
Antes de saírem, soltaram dois gritos horrendos, capazes de porem um morto a fugir a sete pés.
– Ai, meninos – continuou a avó –, no meu tempo não havia nada disto...
"Pudera, tudo muda", pensaram os netos, e lá foram com as abóboras debaixo dos braços para participarem no concurso que ia haver na escola. Entre esqueletos, vampiros mais um nunca acabar de bruxas, bruxinhas, fantasmas, era difícil escolher o mais original. Mas o principal era divertirem-se e dançarem no desfile de figuras medonhas. [...]
Quando regressaram, ao fim da tarde, vinham exaustos e cheios de fome.
– Avó, não há nada que se coma? Temos a fome de um ogre...
Para espanto deles, a senhora não rabujou. Ligeira, sorridente, foi buscar o jantar.
– Ai! – gritou o Bruno.
– Que horror! – exclamou a Bárbara.
Conteúdo
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https://claude.ai/public/artifacts/f1916e6a-75c7-4e44-84b0-824aec3ecca7 sistema de cópia ...
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